Um raio-x completo da conta GA4 da CCAB AGRO e o desenho do Dash Analytics do FARM. O que já é confiável, o que precisa ser instrumentado e o caminho para o dashboard mostrar receita, jornada e mídia.
A leitura foi organizada em blocos que vão do estado real da conta até o plano de execução. Cada bloco existe para responder uma pergunta de negócio.
O que o GA4 coleta hoje, seção por seção, com números reais.
Leitura dupla de usuário e cobertura, personas e clusters.
Dicionário de métricas, identidade e plano de eventos.
Rastreabilidade por canal, UTM e placar por vendedor.
Visão do painel, cronograma, riscos e recomendações.
O FARM é a área logada da CCAB AGRO em farmibrasil.com.br, construída sobre Magento. E onde o cliente do agronegócio consulta preço, faz pedido, acompanha histórico e usa o painel de gestão. O público e profissional e regional, concentrado no interior produtor.
As páginas mais acessadas revelam o que o usuário realmente faz dentro do FARM. Login e recuperação de senha aparecem no topo por volume, mas o tempo de uso se concentra no painel de gestão.
A pergunta central do negócio é direta: se um usuário passa seis minutos na plataforma e quatro deles são apenas para entrar, o número de engajamento engana. A conta precisa separar o tempo de autenticação do tempo de valor.
A tela de login registra 38 segundos de engajamento. O painel de gestão registra 4 minutos e 55 segundos. O valor está depois da autenticação.
Não existe hoje um evento que marque a fronteira entre entrar e começar a usar. Esse evento precisa ser criado, e é o que destrava a leitura pedida. HIPÓTESE a validar
A análise saiu direto da propriedade GA4 CCAB AGRO, fluxo web único do farmibrasil.com.br, na janela de 05/06 a 02/07/2026. Nenhum dado foi estimado sem aviso. Cada afirmação carrega um selo de confiança.
A base de comportamento e navegação está saudável e confiável. Estes são os números de coleta ativa.
O tráfego se concentra em acesso direto. Isso é coerente com uma área logada de clientes fieis, mas também revela que os canais de campanha ainda não chegam etiquetados.
Por primeira origem, quase todo mundo cai em direct sem nenhuma. As frações de whatsapp, e-mail e busca são mínimas. Isso não é um problema de tráfego, é uma oportunidade de atribuição: com UTM padronizada, cada acesso passa a contar a sua própria história.
Enquanto a origem não for etiquetada, o dashboard não consegue dizer qual canal trouxe qual cliente. A padronização de UTM é um dos marcos do plano. RECOMENDAÇÃO
O relatório completo tem 67 caminhos. Os principais mostram uma jornada de cliente logado, com forte peso do painel de gestão e do fluxo de conta.
O painel de gestão tem 402 visualizações e o maior tempo de uso da conta, 4min55s. E o coração da experiência logada.
| Página | Views | Tempo |
|---|---|---|
| Login do cliente | 482 | 38s |
| Painel de gestão | 402 | 4min55s |
| Home | 314 | 47s |
| Recuperar senha | 312 | |
| Histórico de pedidos | 91 | 13s |
| Catálogo fungicidas | 75 | 21s |
Dos 6.589 eventos, todos vem do rastreio padrão do GA4, mais um view_item residual. Nenhum evento de negócio ou de feature existe ainda. Esse é o ponto que a régua de medição resolve.
Os eventos add_to_cart, begin_checkout, purchase e view_cart estão marcados como principais, mas não disparam. Assim que forem instrumentados, o dashboard passa a exibir receita, conversão e ticket. E o destravamento de maior valor da conta.
A seção de Publicidade está na tela inicial, o que confirma que nenhuma conta de Google Ads está vinculada a propriedade. Enquanto o vínculo não for feito, o dashboard não mostra investimento, CPA nem ROAS.
São 247 usuários novos contra 133 recorrentes. A curva por coorte cai forte depois do segundo dia, padrão comum, mas relevante porque grande parte do tráfego e de clientes que já tem conta.
O peso da área logada mostra que há base para nutrir recorrência. O caminho e transformar visitante único em usuário recorrente com ação segmentada.
RISCO não tratar baixa recorrência como churn sem descontar a sazonalidade de fim de safra.
A geografia e o perfil confirmam o público: interior produtor, predominância masculina e faixa produtiva. Os sinais do Google estão ativos em todas as regiões, os alertas nos cards são apenas aviso de amostragem por volume, não falha de configuração.
O FARM é usado no computador, com 84,5% de desktop contra 15,5% de mobile. Windows lidera com folga e Chrome é o navegador principal. Esse perfil orienta o desenho do dashboard é a prioridade de layout.
Além da coleta, o dashboard depende de estrutura. Hoje não existem dimensões, métricas ou públicos de negócio, nem identificador estável de usuário. Sem isso, não há corte por vendedor, regional ou tipo de cliente.
Contagem por dispositivo, não por pessoa. Recorrência fica imprecisa.
Nenhum recorte de negócio disponível. Precisa ser criado do zero.
All Users e Purchasers. Nenhum público personalizado.
Exportação bruta a confirmar para análises profundas.
A coleta de comportamento e sólida. As duas dimensões que são o coração de um dash de e-commerce, receita e mídia, dependem de instrumentação. Essa é a fronteira de trabalho.
Existe uma ambiguidade importante na leitura da base. Usuário único mede quem opera a plataforma. Cliente por CPF ou CNPJ mede quantas contas comerciais são alcançadas. A decisão e reportar os dois lado a lado.
Quem opera o FARM. KPI de adoção. Subiu de 129 para 285 no acumulado. A meta de 500 é medida aqui. referência comercial
Contas comerciais alcançadas. 2,11 clientes por usuário. KPI de cobertura. referência comercial
O comportamento dentro do FARM é sustentado por perfis distintos, cada um com uma ação clara no plano.
Profissional do agro, acessa no desktop, consulta preço e faz pedido. Concentrado no interior produtor.
23 vendedores, média de 4,65 visitas cada, 107 visitas na base. Motor da campanha da camisa.
Cadastrado mas nunca entrou. O maior espaço de crescimento rumo a meta de 500.
Segmentar por comportamento transforma número em ação. Cerca de três em cada quatro usuários entraram uma vez e não voltaram, e cerca de um em cada quatro voltou. Os cortes vêm da contagem parcial, com lacuna de maio, então são ponto de partida a calibrar.
| Cluster | Critério de sessões | Tamanho parcial | Ação típica |
|---|---|---|---|
| Nunca entrou | 0 sessões, existe na base sem primeiro acesso | Base menos os 285 logados hipótese | Ativação, reforço de convite por vendedor e e-mail |
| Entrou e não voltou | 1 sessão, recência alta | cerca de 217 usuários, 76% parcial | Reengajamento, entender por que não achou valor |
| Uso leve | 2 a 3 sessões na janela | recorte dentro dos recorrentes parcial | Educação de features, mostrar o que ainda não usou |
| Uso recorrente | 4 ou mais sessões, ou frequência alta e recência baixa | 68 com mais de 1 visita, 24%, um usuário com 16 parcial | Reter, ouvir, transformar em referência interna |
Ativo até 30, esfriando 31 a 60, frio 61 a 90, inativo acima de 90. Enquanto a frequência é manual e com furos, priorizar o eixo de recência, que vem limpo do último acesso do Magento.
Muita frequência com recência inativa é um recorrente que abandonou. Uma sessão com recência ativa é um recém-chegado, ainda dá para converter em recorrente.
A adoção hoje está em 285 usuários. A meta é 500. A diferença mora no grupo de clientes que já estão na base e nunca fizeram login. Isolar e ativar esse grupo é a ação de maior impacto sobre a meta.
A régua é o conjunto de definições que elimina ambiguidade. Ela cobre quatro camadas: identidade, acesso, engajamento e negócio. Cada métrica tem nome, definição e fonte.
Quem é usuário, quem é cliente, como são contados.
Primeiro acesso, recorrência e frequência por janela.
Tempo até o valor, tempo por sessão, uso por feature.
Funil de compra, receita e conversão após instrumentação.
A régua também separa expectativa de realidade: o que dá para medir hoje, o que só depois da integração Edrone com Magento, e o que só depois da virada de arquitetura que separa usuário de cliente.
| Métrica | Hoje | Pós-integração | Pós-arquitetura |
|---|---|---|---|
| Primeiro acesso e usuários únicos | Sim | Sim | Sim |
| Último acesso e recência | Sim | Sim | Sim |
| Contagem de sessões e frequência | Não, só manual | Sim | Sim |
| Recorrência automatizada | Não | Sim | Sim |
| Tempo de login separado do tempo útil | Não | Sim | Sim |
| Profundidade e uso por feature | Não | Sim | Sim |
| Visualização de produto por usuário | Não | Sim | Sim |
| Atribuição de lead em nível de usuário | Não | Parcial | Sim |
| Comportamento por cliente, desamarrado do usuário | Não | Não | Sim |
Cada linha é uma decisão de leitura. Onde há número, a origem está marcada como fato ou hipótese.
| Métrica | Definição | Referência |
|---|---|---|
| Usuário único | Pessoa física que faz login, identificada por user_id estável | 285 acumulado, 289 janela 28d GA4 |
| Cliente CPF ou CNPJ | Entidade comercial dentro do pool de compras de um usuário | 601, ou 2,11 por usuário comercial |
| Primeiro acesso | Primeiro login registrado de um user_id | 247 na janela GA4 |
| Recorrência | Usuários com mais de um acesso no período | cerca de 24%, 68 de 285 parcial |
| Frequência | Sessões médias por usuário por janela | 1,67 geral, 4,65 vendedores parcial |
| Tempo até valor | Do session_start ao primeiro evento não de autenticação | a criar depende de evento |
| Uso por feature | Acessos por área funcional do FARM | a criar, hoje via page_view |
Sem identidade estável, recorrência e frequência continuam manuais e imprecisas. O customer_id do Magento entra no GA4 como user_id, via dataLayer, no momento da autenticação. Isso transforma contagem por dispositivo em contagem por pessoa.
A conta sai de 5 eventos automáticos para um conjunto que enxerga login, valor, feature e compra. Cada evento tem gatilho, parâmetro e responsável de implementação.
| Evento (dataLayer) | Quando dispara | Parâmetros | Status hoje |
|---|---|---|---|
| farm_identify | Uma vez por sessão, logo após o login | user_id, is_vendedor, regional, clientes_associados | criar |
| login_success | No instante em que a autenticação é confirmada | user_id, metodo_login, login_timestamp | criar |
| primeiro_evento_util | Na primeira ação de valor após o login, 1x por sessão | user_id, tipo_acao, ms_desde_login | criar |
| feature_acessada | Ao entrar em uma feature nomeada (catálogo, pedidos, histórico, cotação) | user_id, feature_nome, origem | criar |
| view_produto | Ao abrir a página ou o card de um produto | produto_id, produto_nome, categoria | parcial, view_item |
| session_start | Automático do GA4, com user_id herdado | user_id herdado | existe |
O tempo até o primeiro evento útil isola os minutos de login do tempo de valor real. Essa é a resposta direta ao caso dos seis minutos que eram só login.
A evidência do GA4 confirma a necessidade: login com 38s de engajamento contra 4min55s no painel de gestão. O evento de fronteira torna essa leitura automática e confiável.
Hoje existem zero definições personalizadas. Sem elas o dashboard não segmenta por vendedor nem por regional. Estas são as dimensões e métricas mínimas a criar no GA4.
Nem todo canal se mede do mesmo jeito. A matriz deixa claro o que é mensuravel, o que é ponto cego e qual a saída técnica de cada um.
| Canal | Da para medir | Ponto cego | Saída |
|---|---|---|---|
| Abertura, clique, chegada com UTM, lead identificado | Comportamento antes do clique | UTM completa mais webhook na chegada | |
| WhatsApp orgânico | Nada de forma direta | Quem enviou, clique real, atribuição | Proxy por volume e região, link oficial |
| Meta pago | Impressão, clique, alcance e visualização. Após o login, o lead vira identificado | Identidade da pessoa antes do cadastro, o tracking é do Meta | UTM no anúncio, fbclid em cookie 1st-party, advantage_audience 0 |
| Link com UTM | Canal, campanha, lead após interceptação | Identidade sem login | Interceptar UTM na landing e disparar webhook |
Nenhuma solução técnica torna o disparo pessoal 100% rastreável. Existem duas saídas: tratar por proxy, com link único por vendedor, ou migrar o disparo para a API oficial do Meta. As duas estão no plano.
RISCO seguir sem rastreio de canal impede qualquer leitura de origem de lead. A interceptação de UTM mais webhook unifica e-mail, Meta e link numa leitura única. RECOMENDAÇÃO
Com 77,6% do tráfego em direct, a padronização de UTM é o que devolve origem ao dado. Este é o padrão obrigatório para o FARM.
Como o disparo e pelo WhatsApp pessoal, a CCAB não sabe quem enviou. A solução e gerar um link único por vendedor. Quem realmente disparou é inferido por volume de logins novos por utm_content e por concentração regional.
utm_content igual ao id do vendedor (v01 a v23), distribuído antes de cada onda. É o proxy mais forte, o mais próximo do envio real.
Logins novos por utm_content ordenam o placar de atividade.
O campo regional do farm_identify cruza com o salto de logins na janela. É o proxy mais fraco, usar só quando não houver link por vendedor.
Com o link único e a UTM padronizada, o placar por vendedor e regional deixa de ser manual. São 23 vendedores, 107 visitas registradas e média de 4,65 por vendedor na base atual. Esse número é a visita do próprio vendedor, uma leitura parcial.
A integração é o primeiro passo da coleta automatizada. Ela e bloqueante: sem ela toda recorrência continua manual. Duas rotas foram avaliadas.
A API oficial substitui o disparo pessoal por mensagens aprovadas, rastreáveis e escaláveis. Todo link carrega a UTM padrão. Os templates cobrem as três categorias vigentes da plataforma: Utility, Marketing e Authentication.
Olá nome, aqui é a CCAB. O FARM é a nossa plataforma de compras. Acesse pelo link e faça seu primeiro login. Exige opt-in de marketing.
Nome, faz um tempo que você não acessa o FARM. Novidades no catálogo de defensivos e fertilizantes esperam por você, com link.
Nome, período de safra chegando. Garanta seu planejamento de insumos no FARM, com link.
Olá nome, seu pedido número foi confirmado. Valor R$ valor. Acompanhe o status pelo link. Transacional, não exige opt-in.
Olá nome, a cotação que você pediu no FARM foi atualizada. Veja o preço atual e feche pelo link. Só quando há solicitação prévia.
Código é o seu código de acesso ao FARM, expira em 10 minutos, não compartilhe. Só se o FARM usar login por código, sem link.
O painel consolida tudo numa única interface. Enquanto receita e mídia são instrumentadas, os campos dependentes ficam sinalizados, sem inventar número.
A leitura por área funcional confirma o painel de gestão como o ponto de valor, seguido de login, home, histórico e catálogo. Hoje vem de page_view por caminho, até os eventos de feature existirem.
A ordem não e aleatoria. As três primeiras etapas técnicas são pré-requisito: sem elas o dashboard nasce com receita e mídia em branco.
Definir escopo do dash, integrações ativas e responsabilidades com o parceiro de tecnologia.
Instrumentar add_to_cart, begin_checkout, purchase e view_cart. Marco técnico que destrava receita.
Habilitar custo, CPA e ROAS na seção de publicidade.
Aplicar o padrão único e reduzir o tráfego sem origem.
user_id, tipo_usuário, regional, feature, cliente_count e públicos de negócio.
Aquisição, engajamento, funil, conversão, demografia e tecnologia.
Conferir consistência de dados e estrutura antes da entrega final.
Sem estes três destravamentos, o dashboard nasceria mostrando receita e mídia em branco e com atribuição de origem distorcida.
Correção do tagueamento. Habilita receita e conversão no painel.
Habilita investimento, CPA e ROAS por canal.
Devolve origem ao dado e corrige a atribuição.
Cada risco tem uma ressalva de leitura. Registrar aqui protege a decisão de conclusões erradas.
Baixa recorrência pode ser fim de safra, não churn. Não tratar visitante único como perda definitiva sem descontar a estação.
O ranking por link mede atividade e volume, não envio real. Sempre reportar como proxy para não premiar o vendedor errado.
O user_id precisa ser hash estável, nunca CPF ou CNPJ em texto puro trafegando no GA4.
Iniciar a Rota A sem planejar a virada de arquitetura pode gerar remapeamento. Planejar as duas rotas em conjunto.
A prioridade única e publicar user_id estável e o evento de fronteira login e valor. Isso destrava recorrência real e tempo de valor de uma só vez. Em seguida, ativar o cluster nunca entrou aproxima a base da meta de 500.
Identidade e evento de valor primeiro, correção de e-commerce e vínculo de Google Ads em paralelo, ativação do cluster nunca entrou como motor da meta.
A análise leu o código servido pelo site em três tipos de página, home, categoria e produto, e extraiu o dataLayer real de cada uma. A leitura vem do dataLayer renderizado no HTML, sem acesso ao painel do GTM nem ao container publicado. Por isso os eventos de meio e fim de funil ficam marcados como não confirmados, não como ausentes em definitivo.
O evento view_item existe e traz currency, mas não traz o value no nível do evento, que é o campo que carrega o valor monetário para o GA4. O preço vem entre aspas, como texto.
O valor do pedido e do carrinho não aparecem no GA4 por uma combinação de três causas confirmadas no código. As três precisam ser tratadas juntas, corrigir uma sem as outras não destrava a receita.
view_item e view_item_list não enviam value no nível do evento. Sem ele, o GA4 registra o evento mas reporta valor zero.
O preço chega como "44.03", entre aspas. O GA4 exige número. Mesmo adicionando value, se for texto continua zerando. Os 33 preços da categoria estão como texto.
No código servido só aparecem view_item e view_item_list. add_to_cart, begin_checkout e purchase não foram confirmados.
value e currency precisam viver no nível do evento e como número, não só dentro do item. Para o view_item, value iguala o price do item.
Além das três causas raiz, a auditoria encontrou quatro pontos que não zeram a receita, mas degradam relatório, remarketing e conformidade.
| Achado | Severidade | O que fazer |
|---|---|---|
| Item incompleto | ALTA | Falta quantity, item_brand e item_variant. Padronizar o item com id, nome, preço numérico, quantity, marca e variante. |
| Nomenclatura fora do padrão | ALTA | Chaves como item_sku e item_image_url não populam as dimensões nativas do GA4. Mapear para os nomes oficiais na tag. |
| Home sem event nem ecommerce | MÉDIA | As vitrines, mais vendidos e novidades, não geram view_item_list. Adicionar a lista por vitrine e o select_item no clique. |
| Sem Consent Mode v2 | ALTA | Não há evidência de consentimento no fluxo. Confirmar o banner e implementar o default negado com update no aceite. |
A sequência segue o impacto: primeiro o que mais pesa na receita, depois o que melhora relatório e conformidade.
Validar add_to_cart, begin_checkout e purchase com value e currency. É o que mais dói, então vem primeiro.
value e price como número, no nível do evento, em toda a cadeia de eventos de e-commerce.
Nomes oficiais do GA4, mais quantity, marca e variante, e o item_id igual ao id do feed do Merchant Center.
view_item_list por vitrine e select_item no clique, e o Consent Mode v2 default negado com update no aceite.
Nada de comportamento é coletado antes da integração existir, então os marcos seguem a dependência real. As datas são relativas, por semana, porque as datas firmes só fecham no alinhamento inicial. Antes disso, publicar prazo absoluto é estimativa sem base.
Insumos já prontos, a base que define o caminho técnico
| Documento | Papel no projeto |
|---|---|
| Dicionário e régua de medição | Define 285 versus 601 e o que é mensurável em cada fase |
| Plano de eventos GA4 e GTM | dataLayer, user_id, login versus tempo útil |
| Matriz de rastreabilidade por canal | O que dá e o que não dá para medir por canal |
| UTM e campanha da camisa | Padrão de marcação e proxy por vendedor |
| Clusterização da base | Segmentos de comportamento |
| Dashboard consolidado HTML | Painel com campos de entrada |
| Integração Edrone com Magento | Rota A versus B em fases |
| Templates de WhatsApp Meta | Canal oficial rastreável |
Linha do tempo por marcos
Cada marco traz o que entrega, quem executa, do que depende, o prazo relativo e a saída concreta.
| Marco | O que | Responsável | Depende de | Prazo | Saída |
|---|---|---|---|---|---|
| M0 Alinhamento | Validar o plano de eventos e a integração, fechar datas firmes e a lista de features. | Execução de tráfego conduz, parceiro de tecnologia e time técnico da CCAB participam | Nada, é o ponto de partida | S1 | Datas firmes de M1 e M2, lista fechada de features |
| M1 Integração F1 | Interceptar UTM e disparar webhook ao Edrone com user_id e origem (Rota A mínima). | Parceiro de tecnologia, validação da execução de tráfego | M0, parceiro de tecnologia | S2 a S3 | Atribuição de canal começa a funcionar |
| M2 Eventos | farm_identify, login_success, primeiro_evento_util, feature_acessada, view_produto, dimensões e métricas no GA4. | Parceiro de tecnologia, validação no GA4 DebugView | M0 e export do container GTM, parceiro de tecnologia | S2 a S4 | Coleta de comportamento ativa, tempo de login separado do tempo útil |
| M3 Coleta | Confirmar que os eventos disparam corretos, sem duplicação, com user_id antes do session_start. | Execução de tráfego | M2 | S4 | Dado limpo entrando, base para popular o dashboard |
| M4 Dashboard | Preencher o dashboard com o dado real que passou a ser coletado. | Execução de tráfego | M3 | S4 a S5 | Painel de navegação real, o que foi pedido |
| M5 Clusters | Primeira clusterização por recência, cruzada com o calendário de safra. | Execução de tráfego | M3 e calendário de safra da CCAB | S5 | Base segmentada em nunca entrou, entrou e não voltou, uso leve, recorrente |
| M6 Canais | Padronizar UTM, distribuir os 23 links por vendedor, submeter os templates Utility ao WhatsApp Manager. | Execução de tráfego e comercial da CCAB | Parcialmente independente, roda em paralelo desde a S2 | S2 a S4 | WhatsApp deixa de ser canal cego, placar da camisa por proxy |
| M7 Visita versus venda | Metodologia e execução do cruzamento por chave CPF ou CNPJ. | Execução de tráfego | Bases de vendas e de acessos da CCAB | S5 a S6 | Taxa real de visita para venda, sem estimativa |
| M8 Rota B | Módulo no Magento para coleta server-side e vínculo correto usuário versus cliente. | Parceiro de tecnologia | Virada de arquitetura usuário versus cliente, sem data | S6+ | Coleta durável, imune a ad-blocker e ITP |
Metade dos marcos depende do parceiro de tecnologia. Se o alinhamento inicial escorrega, todo o resto escorrega junto. Por isso ele é o marco urgente.
A integração Edrone com Magento ainda não existe, e os marcos M1 a M5 dependem dela. As bases de vendas e de acessos ainda não chegaram, e o M7 depende delas. A virada de arquitetura usuário versus cliente não tem data, e o M8 depende dela.
Metade dos marcos depende do parceiro de tecnologia. Datas firmes só existem depois do alinhamento inicial, então publicar prazos absolutos antes disso é estimativa sem base.
Os oito documentos já prontos deixam o caminho técnico definido, então o cronograma sai com dependências reais, não com estimativa solta.
Fechar o alinhamento inicial nesta semana, porque é ele que destrava todos os marcos de coleta, e enviar a lista de dados do cruzamento visita versus venda.
Cada indicador traz fórmula, como captar, ferramentas, cadência, responsável e meta. Eles formalizam o que o dashboard vai acompanhar e conversam direto com o resto do relatório: a ativação amarra na meta de adoção, o engajamento amarra na recorrência, e as features amarram no evento de uso por feature.
% Ativação = (Usuários com 1º login no período) ÷ (Base Total elegível) × 100
Engajamento = (Usuários ativos no período) ÷ (Usuários com ≥ 1 acesso), em janelas DAU, WAU e MAU
Top features = ranking de eventos por sessão (views, ações, tempo médio na feature)
A leitura de comportamento engana quando o número técnico não é desmembrado nem traduzido. Duas correções mudam a conversa: separar fricção de uso real, e falar em linguagem de negócio.
Enquanto o dado por usuário não existe, a leitura é por volume de página e por feature: onde o usuário navega, o que acessa, onde para e onde encontra fricção.
O dado individual por usuário, quem fez o quê, entra na Fase 1, com a coleta por user_id. Aí a navegação deixa de ser volume agregado e passa a ser jornada por pessoa.
A recorrência ganha duas camadas que hoje se perdem: a contagem de quantas vezes cada usuário entra, e o recorte por tipo de usuário. Isso complementa a recência e a coorte que já estão no relatório.
Quantas vezes cada pessoa entra no período, reconstruída por user_id na Fase 1, não mais por IP. É o que separa entrada nova de retorno recorrente.
Cliente, vendedor, gestor de crédito e gestores gerais têm padrões de retorno diferentes. Ler cada perfil separado evita a média que esconde comportamento.
Nem toda venda influenciada pelo FARM é venda direta na plataforma. Parte da receita é offline, mas passou pela jornada. Medir só o que fecha na tela subestima o papel do FARM.
Estimativa comercial: cerca de 1.000 de uma base de 2.100 a 2.200 compradores passaram pela plataforma. Tratar como referência até a base de vendas ser apurada, e nunca somar com outra visão.
Contar só a venda direta na tela ignora a compra que foi influenciada pela jornada e fechada fora da plataforma, com o vendedor ou pelo canal tradicional.
Duas frentes fecham o plano: tirar a consolidação do trabalho manual, e somar uma camada qualitativa ao número.
Ouvir vendedores, gerentes e clientes para ler a experiência que o número não mostra. Montar um mix entre quem mais clicou e quem nunca voltou, para captar os dois extremos, conduzido por um facilitador neutro para a resposta não vir enviesada.
A leitura de dados precisa provocar ação. O time de análise sugere impactos e ações de comunicação de forma proativa, não só quando é perguntado, para o dado não parar no relatório.
O GA4 do FARM já mostra que o valor está na área logada, no painel de gestão. Aprovado o dicionário e o plano de eventos, o dashboard passa a mostrar jornada, recorrência, receita e mídia num único lugar.